Coaching, afinal do que estamos falando?

As Borboletas Azuis
19 de fevereiro de 2019
O Transe Hipnótico sem mistérios.
19 de fevereiro de 2019

Coaching, afinal do que estamos falando?

 Dr. Antonio Maspoli

  1. INTRODUÇÃO

Coaching está na ordem do dia das pessoas e das empresas. A palavra coaching é derivada do inglês coach, o qual tem suas origens ligadas à cidade de Kocs, situada no condado de Komárom-Esztergom, na Hungria. Foi utilizada pela primeira vez para designar carruagens  de quatro rodas, os  coches, os quais começaram a ser produzidos no século XVI e se tornaram as mais cobiçadas carruagens da época, por seu conforto – elas foram as primeiras a ser produzidas com suspensão feitas de molas de aço. Assim, os coches de Kocs eram chamados de kocsiszeker. Os nativos dessa cidade também são chamados de kocsi. E é desse vocábulo que proveio a palavra coach (MARQUES, 2017). Posteriormente, o nome do coach foi dado ao condutor da carruagem, o cocheiro.

Com o passar do tempo, a palavra coach foi usada como uma metáfora. Do mesmo modo que a carruagem leva as pessoas aos diversos campos geográficos, o coach era a forma como se chamava o tutor que conduzia outras pessoas pelos diversos campos do conhecimento. Conta-se também que as famílias muito ricas, quando em longas viagens pela Europa, levavam servos no interior da carruagem, os quais liam em voz alta para as crianças o que elas tinham de aprender. Esse servo passou igualmente a ser chamado de coach.

No século XVIII, os nobres universitários da Inglaterra iam para suas aulas, em suas carruagens, conduzidos por cocheiros – coachs. Por volta de 1830, o termo coach passa a ser empregado na Universidade de Oxford como sinônimo de tutor particular, aquele que carrega, conduz e prepara os estudantes para seus exames. Dessa forma, o termo coaching refere-se ao processo em si: o coach é aquele que conduz, enquanto o coachee, à pessoa conduzida na direção do objetivo que deseja alcançar.

Como metáfora, o coach é aquele especialista que mobiliza todos os recursos, experiências, conhecimentos e habilidades do sujeito para levá-lo do ponto A, seu estado atual, ao ponto B, seu estado desejado. Ao processo que possibita essa conquista chama-se coaching. Não tem tradução na língua portuguesa.

Pode-se afirmar que a história do coaching, no Brasil, é relativamente recente, porém, extremamente promissora. Se, na década de 1990 e no começo dos anos 2000, a metodologia só era aplicada em empresas estrangeiras e multinacionais, hoje o método já é uma realidade presente e acessível às pessoas, dentro e fora das organizações.

Tudo isso se deu, em grande parte, pelo nascimento de empresas nacionais, focadas na formação de coaches profissionais. Nesse sentido, é possível perceber que a história do coaching, no Brasil, se confunde com a história do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), da Sociedade Brasileira de Coaching (SBC) e da FEBRACIS – Federação Brasileira de Coaching Sistêmico, dentre outras (MARQUES, 2017a).[i] E a mais recente dessas sociedades é a Sociedade Brasileira de Psicologia e Coaching.

 

  1. CONCEITUAÇÕES ESSENCIAIS: MENTORIA, ACONSELHAMENTO, PSICOTERAPIA, CONSULTORIA E COACHING

         Com o avanço do conhecimento na sociedade da informação, houve uma superespecialização e, consequentemente, a fragmentação na abordagem da pessoa humana. Desde o surgimento da psicoterapia, no final do século XIX, até hoje, novas especialidades apareceram, daí a necessidade de aprender a distinguir as diversas formas de abordagem e mesmo compreender o papel, os limites de atuação e as possiblidades de cada uma. Dentre as principais abordagens destacamos: a mentoria, o aconselhamento, a psicoterapia, a consultoria, a análise e o coaching.

 

2.1 MENTORIA

Considero a mentoria, na verdade, o caminho do mestre, o caminho do aprendiz, o caminho do aprendizado. Na verdade, a palavra mentoria é um nome novo, para uma prática milenar. Quando olhamos para a história e examinamos as grandes tradições religiosas do mundo, como o Budismo, o Judaísmo, o Cristianismo e mesmo o Islamismo, nós já encontramos a figura do mentor, do mestre.

Mentor é aquele que anda no caminho primeiro e convida, ou aceita o seu discípulo ou os seus discípulos, para caminhar com ele no caminho caminhado. Por isso, eu concebo a mentoria como o caminho do discipulado.

Mentoring é uma espécie de tutoria onde um profissional mais velho e mais experiente orienta e compartilha com profissionais mais jovens, que estão iniciando no mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras.

Embora também possam ter um viés mais pessoal, esses ensinamentos vão ser focados na vida profissional do mentorado, ajudando-o com as principais dificuldades e barreiras que possam estar atrapalhando o seu sucesso. Isso faz com que essa metodologia seja aplicada principalmente em casos mais específicos, diferenciando-se do Coaching que tem uma abordagem mais ampla e abrangente.[ii]

 

Até hoje, forma-se por meio da mentoria o xamã, o feiticeiro, o médico.  É através da mentoria que se forma o psicólogo, o analista etc.  Por intermédio da mentoria, na Idade Média, formavam-se os grandes profissionais, nas corporações de oficio. A formação se dava sob a figura do mestre e do aprendiz. O mestre e o aprendiz tornaram figuras simbólicas da arte de transmitir e receber conhecimento, ciência e sabedoria. Nesse processo, o mestre transfere para o seu discípulo, ou seus discípulos, toda a sua experiência, todo o seu saber, todo o seu conhecimento (WUNDERLICH; SITA,  2013).

A mentoria, portanto, é apropriada para a formação profissional especializada. Convenhamos: como formar um analista sem um mentor? Como formar um cirurgião plástico sem um mentor? Como formar um CEO, para dirigir uma grande corporação, sem um mentor? Como formar um sacerdote, um pastor, um rabino, sem um mentor?[iii]  A mentoria pressupõe que existe um caminho, pressupõe que o mestre já trilhou aquele caminho e pressupõe que ele vai facilitar o outro a caminhar naquele caminho. O mestre é aquele que ensina o discípulo a caminhar com os seus próprios pés. Numa mentoria bem realizada, o discípulo vai aprender a fazer, mas vai fazer do seu jeito e, depois, pode até cantar “My Way” de Frank Sinatra: “To think I did all that, And may I say, not in a shy way, Oh no, oh no, not me, I did it my way”. (De pensar que eu fiz tudo, E talvez eu diga, não de uma maneira tímida, Oh não, não eu,  Eu fiz do meu jeito!”[iv]

No processo de mentoria, o objetivo é transmitir conhecimento, transmitir experiência, sabedoria, know how, tecnologia.  Todavia, o mestre espera que o discípulo avance, transforme, crie, inove, e faça e aconteça melhor. Um grande mestre realiza-se, quando ele vê o seu discípulo ultrapassar os seus próprios limites de experiência e de conhecimento. A escolha de uma mentoria é feita com o coração. Quando você estiver numa mentoria, num caminho, e nele pulsa um coração, este é o caminho. Ande nele! Com toda certeza, numa mentoria bem-sucedida, o coração do mestre e o coração do discípulo pulsarão no mesmo ritmo, dançarão no mesmo compasso, harmonicamente, na mesma frequência.

Enquanto o coach está focado na melhora do desempenho de metas pessoais, independente da experiência e dos atributos daquele que é orientado, o mentoring está focado na formação do colaborador a partir dos conceitos defendidos pela empresa na qual ele atua. Por isso, o mentoring geralmente é um profissional da mesma empresa, com mais experiência e vivência, que tem como objetivo compartilhar seus conhecimentos com o próximo.[v]

 

2.2. ACONSELHAMENTO

O aconselhamento é uma prática milenar, na experiência humana. Os primeiros conselheiros foram os sacerdotes e os xamãs. Existe uma certa humildade e sabedoria no ato de se aconselhar. O livro de Provérbios adverte, textualmente: “Não havendo sábios conselhos, o povo cai, mas na multidão de conselhos há sabedoria.” (PROVÉRBIOS, 11:14).

O conceito de aconselhamento psicológico deriva da função do conselheiro. O conselheiro, geralmente um sábio da comunidade, um sacerdote, um xamã ou um técnico em aconselhamento psicológico fornece informações capazes de levar o sujeito a escolher a melhor alternativa, dentre aquelas de que dispõe para resolver um determinado problema.  Na verdade, o conselheiro atua como um facilitador, nesse processo. Não existe imposição de ideias, conceitos, ideologia ou mesmo práticas no aconselhamento. Um bom conselheiro apenas oferece a outro a possibilidade de encontrar o melhor caminho disponível, para resolver o seu problema.

Ruth Scheeffer (1964, p.12-14) apresenta o modelo de aconselhamento formulado por Erick Erickson: uma relação entre duas pessoas; um dos participantes (o entrevistador) assumiu ou foi levado a assumir a responsabilidade de ajudar o outro participante; o entrevistado tem possíveis necessidades, problemas, bloqueios ou frustrações que deseja tentar satisfazer ou modificar; o bem-estar do entrevistado constitui o interesse central da situação; ambos os participantes desejam e estão interessados em tentar encontrar  soluções para as dificuldades exibidas pelo entrevistando.

O Aconselhamento Psicológico não consiste em dar conselhos, mas tem como foco facilitar o processo de escolhas do paciente nas decisões que deve tomar, quanto à profissão, família, relacionamento etc. Não existe um caso específico: algumas pessoas buscam o Aconselhamento para simplesmente poder conversar, outras para obter algumas informações e algumas ainda possuem quadros graves e poderão ser encaminhadas à psicoterapia.

Coaching não é aconselhamento. Uma das diferenças mais óbvias entre as duas abordagens é que a orientação tende a se concentrar em sentimentos e experiências relacionadas a eventos passados, enquanto o Coaching é orientado para o estabelecimento de metas e incentiva o cliente a seguir em frente.

Coaching é orientado para a ação. O foco é sobre onde o cliente está agora, o que deseja alcançar, e como chegar lá. O aconselhamento é um processo no qual o conselheiro ou terapeuta, ajuda a compreender as causas para seus problemas e orienta a pessoa através do processo de aprender a tomar boas decisões na vida.[vi]

 

2.3. PSICOTERAPIA

Psicoterapia é um método científico validado há mais de cem anos por Sigmund Freud, Carl Gustav Jung e Georg Groddeck, somente para citar alguns. Psicoterapia é um método de tratamento de transtornos mentais. “Psicoterapia é um método de tratamento psicológico dos transtornos psíquicos cuja expressão pode ser também somática.” (MIJJOLA, 2004, p. 1493). Laplanche e Pontalis (2008, p. 393) definem psicoterapia como “[…] qualquer método de tratamento dos distúrbios psíquicos ou corporais que utilize meios psicológicos e, mais precisamente, a relação entre o terapeuta e o doente.” Para esses autores, a hipnose, a sugestão e a psicanálise são exemplos de psicoterapia. A psicoterapia destina-se ao tratamento de transtornos neuróticos, transtornos psicóticos.  Portanto, psicoterapia pode ser definida como o tratamento de natureza psicológica o qual se desenvolve entre um profissional especialista e uma pessoa que precisa de ajuda, devido aos seus distúrbios emocionais. A psicoterapia tem por base correntes teóricas definidas e validadas pela experiência clínica na Psicologia e, como instrumento, o próprio psicoterapeuta e um conjunto de metodologias sistemáticas, a fim de eliminar ou reduzir o sofrimento humano, bem como os transtornos mentais e as alterações  de comportamento resultantes de mudanças traumáticas. O fundamento da psicoterapia é a empatia, a transferência e a contratransferência instauradas entre o psicoterapeuta e o paciente, através de um relacionamento interpessoal.

A psicoterapia é definida como qualquer método de tratamento das desordens psíquicas ou corporais que utilize meios psicológicos e, mais precisamente, a relação entre o terapeuta e o doente. Incluem-se, nessa categoria a hipnose, a sugestão, a reeducação psicológica, a persuasão, o aconselhamento, a análise etc. Existem várias alternativas de psicoterapias (JUNG, 1988).

Transtornos neuróticos são aqueles transtornos mentais que afetam a vida do sujeito, mas o sujeito ainda permanece consciente de si mesmo e da realidade à sua volta.  No transtorno neurótico, o sujeito ainda fica consciente de quem ele é, consciente de onde ele está, consciente das coisas que lhe ocorrem. Já os transtornos psicóticos são aqueles transtornos que afetam a vida do sujeito de tal forma que, às vezes, comprometem esse grau de consciência. Na maior parte das vezes, o sujeito desconhece até a si mesmo. Fica desorientado também no tempo e no espaço. Já não sabe mais onde ele está e mergulha num mundo fantasmático, fantasmagórico, um mundo de fantasias, um mundo imaginário. O neurótico ainda consegue distinguir a realidade do sonho e da fantasia. Já o psicótico não mais tem condições de separar o sonho e a fantasia da realidade.           Existem inúmeras teorias e técnicas na psicoterapia. As mais conhecidas são: psicanálise, fenomenologia, psicologia analítica, terapia corporal, terapia sistêmica, terapia cognitivo-comportamental (PAYÁ, 2017, p. XIV-XVI).

Mais recentemente, a neurociência tem pesquisado a psicoterapia, com a utilização de neuroimagens. Quando as pesquisas com neuroimagem demonstram que o sujeito é vítima de um trauma ou de um estresse, o eixo HPA pode sofrer alterações significativas, criando sinapses permanentes para o trauma e mesmo alterando o sistema de produção de neurotransmissões, especialmente endorfina, serotonina, oxitocina e adrenalina.

Por sua vez, o eixo HPA – hipotálamo, pituitária e adrenal – pode sofrer alterações significativas, com a experiência traumática, criando um estado permanente de vigília e estresse para o sujeito. Esses comportamentos têm sido verificados em pacientes com TEPT – Transtorno de Estresse Pós-Traumático – ou PTSD (da sigla em inglês). Pessoas que sofrem de PTSD podem experimentar uma desativação do córtex pré-frontal (responsável pela função executiva). Essas alterações são capazes de afetar não só a tomada de atidudes quanto a execução das atitudes tomadas. O estresse pode paralisar o sujeito diante de realidade estressante (COZOLINO, 2010).

Depois de uma psicoterapia bem-sucedida, esse sistema se regenera, criando novas sinapses e devolvendo o sujeito ao seu estado normal e a sua vida normal. Quando as neuroimagens feitas antes e depois da psicoterapia são comparadas, há alterações signifiativas para melhor, de sorte que as novas sinapses aparecem de forma muito clara (COZOLINO, 2010).

          As profissões de saúde mental e ajuda evoluíram e surgiram novas áreas de atuação.  Enquanto, no coaching, o trabalho se centra em resolver problemas específicos ou alcançar objetivos específicos de uma forma rápida e quantificável, na psicoterapia esse trabalho acaba por ser mais profundo e mais amplo, em que se trabalham as emoções e os pensamentos que estão por detrás do problema, através de técnicas de análise:

É muito comum as pessoas confundirem um processo de coaching com o de psicoterapia. Há quem diga que coaching é uma terapia socialmente aceita, porém há diferenças bem marcantes entre um e outro.

O primeiro diferencial está marcado na formação do profissional, pois a psicoterapia só pode ser feita por um profissional graduado em psicologia. Já o profissional coach pode ter as mais diversas formações inclusive ser psicólogo.

Em coaching a atuação é em uma população não clínica, ou seja, não é olhado sua saúde emocional, apesar de muitas vezes o processo mexer com estas estruturas o foco não é de tratamento, diagnóstico e muito menos cura.

Ao contrário em psicoterapia o olhar do profissional é mais amplo, mesmo porque há um conhecimento sobre o funcionamento humano, com o intuito de diminuir sofrimento, buscar o diagnóstico, a cura transtornos psíquicos entre outros. Por estas questões o psicólogo precisa conhecer o passado do seu cliente/paciente para entender o caso.[vii]

 

 

 

2.4. ANÁLISE

As pessoas comuns, levadas pelo senso comum, utilizam a expressão análise para se referir à psicoterapia. Quando fazem psicoterapia, tais sujeitos costumam afirmar que estão fazendo análise, embora seja cada vez mais raro encontrar alguém fazendo análise ou, melhor dizendo, em processo de análise. O processo de análise é mais complexo, porque pressupõe uma comunicação de inconsciente para inconsciente. Isto é, é necessária uma comunicação entre o inconsciente do paciente com o inconsciente do analista. Somente essa comunicação possibilita a interpretação dos conteúdos do inconsciente do paciente pelo analista.

Introduzindo o conceito de inconsciente, Freud desloca a fala até um outro lugar, muito além da intenção consciente de comunicar algo: ao falar, o sujeito comunica muito mais do que aquilo a que inicialmente se propôs. O inconsciente busca ser escutado e ter seus desejos satisfeitos, comunicando-se por meio de complexas formações: sonhos, sintomas, lapsos, chistes, atos-falhos; fenômenos que apontam para esse “desconhecido” que habita o sujeito. E assim abre-se na palavra a dimensão do que escapa ao próprio enunciante. (MACEDO; FALCÃO, 2005).

 

Carl Gustav Jung (1964) afirma que a via-régia para a exploração do inconsciente, na Psicanálise e na Psicologia Analítica, é o sonho. Jung acrescenta os devaneios, os sonhos acordados, as fantasias, a linguagem simbólica, o trabalho, a arte e a religião. Ele admite a existência de vivências especiais, chamadas revelações, nas quais, subitamente e quase com força alucinatória, aparece ante o indivíduo uma imagem – ou uma ideia – totalmente desligada da corrente habitual do pensamento. A esses conteúdos psíquicos Jung denominou arquétipos. Os arquétipos, segundo sua classificação, pertencem à psique subjetiva, em oposição à psique objetiva do ego. Os arquétipos pressupõem vários significados simbólicos e adquirem com frequência, nos sonhos, um caráter essencialmente profético.

O método de acesso ao inconsciente, na análise, é a livre associação verbal. “O método da livre associação é o método na origem da regra fundamental de toda cura psicanalítica e segundo a qual o paciente deve exprimir tudo o que vem ao espírito sem exercer escolha ou censura.” (MIJOLLA, 2005, p. 158). E, assim, a associação livre ganha destaque fundamental. De fato, a análise dos fenômenos psicológicos normais e patológicos só se mostra possível por meio dela, exigindo do analista, em contrapartida, uma capacidade de escuta que não reduza os espaços simbólicos que a associação livre viabiliza. Ao paciente cabe comunicar tudo o que lhe ocorre, sem deixar de revelar algo que lhe pareça insignificante, vergonhoso ou doloroso, enquanto o analista deve escutar o paciente sem o privilégio, a priori, de qualquer elemento de seu discurso. Na efetivação dessa regra fundamental, instaura-se a situação analítica, abrindo possibilidades do desvelamento da palavra.

Associando, o paciente fala de um outro – o inconsciente – que lhe é desconhecido e irrompe em sua fala quando a lógica consciente se rompe. Torna-se presente, em algum determinado momento da fala do paciente, a lógica do inconsciente, do processo primário. A partir de sonhos, atos-falhos, chistes, esquecimentos, ambiguidades, contradições, essa lógica vai se desvelando e os conteúdos sendo significados com a ajuda da interpretação. (MACEDO; FALCÃO, 2005).

 

O objetivo da análise é produzir uma metanoia no sujeito, uma transformação da sua personalidade total. Já o objetivo do coaching é resolver problemas pontuais na vida do sujeito, a fim de alavancar aspectos determinados da sua existência. A análise é uma comunicação de inconsciente para inconsciente e o coaching uma comunicação de ego para ego.

 

2.5. CONSULTORIA

Consultoria,[viii] de uma forma ampla, é o fornecimento de determinada prestação de serviço, em geral por um profissional qualificado e conhecedor do tema. A consultoria adere ao modelo médico psicológico de diagnóstico, prognóstico e intervenção.  O serviço oferecido ao cliente acontece por meio de diagnósticos e processos, e tem o propósito de levantar as suas necessidades, identificar soluções e recomendar ações. De posse dessas informações, o consultor desenvolve, implanta e viabiliza o projeto, de acordo com a necessidade específica de cada cliente:

Uma consultoria é um serviço contratado por uma empresa ou por uma pessoa e que tem como objetivo o alcance de determinadas metas e objetivos, sejam eles empresariais, pessoais ou profissionais. Um consultor é um profissional especializado numa área específica (finanças, RH, carreira, gestão de pessoas, liderança, processos, tecnologia, por exemplo) e que, por meio de suas experiências e conhecimentos, confere ao seu consultante as orientações e conselhos que busca para saber como agir e alcançar os seus alvos.

Sua ferramenta de trabalho é exatamente seu know how, sua especialidade, e as soluções que ele apresenta para a empresa crescer, expandir sua atuação e seu espaço no mercado. Para isso, uma consultoria atua de forma direta, fazendo um mapeamento dos gaps, ameaças e pontos fortes da organização, dando um direcionamento mais estratégico, propondo inovações, melhorias e mostrando as oportunidades em que ela pode se beneficiar.[ix]

 

O consultor geralmente é um especialista na área em que trabalha, com formação teórica e experiência prática nos serviços que oferece. Torna-se, assim, uma espécie de conselheiro qualificado sobre uma área de negócios, processos e métodos.

A consultoria pode ser interna e externa. O consultor interno é alguém que pertence aos quadros da própria empresa. O consultor externo é contratado de outra empresa ou consultoria.

2.6. COACHING

O processo de coaching é conduzido por um profissional habilitado, denominado coach, em parceria com o cliente, denominado coachee. O coach procura facilitar a compreensão desse processo. Pode-se fazer uma analogia com uma equipe de futebol, na qual existe sempre a figura do técnico (coach) e dos jogadores (os coachees). Apesar de o técnico não entrar em campo, ele é capaz de orientar a equipe, a fim de que ela atinja o maior desempenho possível, durante um jogo. Coaching é a arte de aumentar o seu desempenho e de outros indivíduos. É o processo de evocar excelência nas pessoas; coaching é a promoção do desenvolvimento contínuo; coaching é potencializar o poder pessoal de cada um; é o desenvolvimento de suas habilidades e a descoberta de novas habilidades; é fazer o que precisa ser feito, no momento em que deve ser feito.[x]

 

2.6.1. CONCEITO DE COACHING

         Coaching é o processo que visa a potencializar o desempenho de um indivíduo, de um grupo ou de uma empresa, para facilitar o alcance de resultados extraordinários, através de metodologias, técnicas e ferramentas modernas, conduzidas por um profissional habilitado, denominado coach. Em parceria com o cliente, denominado coachee, o coach procura facilitar a compreensão desse processo:

O coaching é um dos mais importantes processos que trabalham especificamente com o aperfeiçoamento humano. Este processo é capaz de acelerar o alcance de resultados, utilizando para isto um conjunto de ferramentas modernas, que têm como principal a função de levar uma pessoa ou uma organização a atingir seus objetivos e a atender às suas necessidades de forma mensurada, rápida e objetiva. Por meio do processo de coaching, é possível desenvolver e superar as principais qualidades e habilidades de uma pessoa ou de um grupo, ao mesmo tempo em que elimina suas limitações e dificuldades. Da mesma forma, o coach contribui para o aprendizado e o amadurecimento emocional, necessários para a tomada de decisão, para o planejamento de ações, para a definição de tarefas e de estratégias de remoção de obstáculos.[xi]

 

          O coaching é conceituado a partir da teoria e ferramentas que lhe deram origem.  De modo geral, a conceituação contempla o processo que surge entre coach e coachee. Porém, na atualidade, novas linhas e abordagem estão surgindo, contrapondo-se à  ideia do coach como o profissional que leva o cliente do ponto A ao ponto B:

Coaching é uma parceria entre o Coach e o Coachee, em um processo estimulante e criativo que os inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional, na busca do alcance dos seus objetivos e metas por meio do desenvolvimento de novos e mais efetivos comportamentos.[xii]

 

O coaching tem por finalidade liberar o potencial de uma pessoa com o intuito de maximizar o seu desempenho. Consiste em ajudar as pessoas a aprender, em vez de ensiná-las.[xiii]

 

Coaching é ajudar as pessoas a mudarem do modo que desejam, e ajudá-las a irem na direção em que querem ir. O coaching dá suporte às pessoas em todos os níveis para que elas se tornem o que querem ser e sejam o melhor que puderem.[xiv]

 

Coaching é um processo com início, meio e fim, definido em comum acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente), no qual o coach apoia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, por meio da identificação e desenvolvimento de competências, como também do reconhecimento e superação de adversidades. (MARQUES, 2017, p. 160).[xv]

 

Um mix de recursos que utiliza técnicas, ferramentas e conhecimentos de diversas ciências como a administração, gestão de pessoas, psicologia, neurociência, linguagem ericksoniana, recursos humanos, planejamento estratégico, entre outras, visando à conquista de grandes e efetivos resultados em qualquer contexto, seja pessoal, profissional, social, familiar, espiritual ou financeiro. Trata-se de um processo que produz mudanças positivas e duradouras em um curto espaço de tempo de forma efetiva e acelerada. Coaching significa tirar um indivíduo de seu estado atual e levá-lo ao estado desejado de forma rápida e satisfatória. (Instituto Brasileiro de Coaching – IBC).[xvi]

 

Coaching é um processo em que duas pessoas ou um grupo de pessoas fazem uma parceria, um pacto, conectando a melhor parte de cada um, em que um se disponibiliza para acompanhar, apoiar, patrocinar o outro num processo de cocriação que vai gerar resultados extraordinários. (MARQUES, 2015a, p. 91).

 

Algumas análises dos conceitos supracitados nos permitem afirmar que coaching é um processo que visa a aumentar o desempenho de um indivíduo, de um grupo ou de uma empresa, a fim de maximizar os resultados até atingir limites extraordinários. O coaching se utiliza de metodologias, técnicas e ferramentas modernas, derivadas principalmente da Psicologia, da Neurociência, do Marketing e de outros ramos do conhecimento humano.

 

  1. CONCLUSÃO

         A área de coaching tem crescido muito, não só no Brasil, como no mundo. Nos EUA, a International Coach Federation (ICF) – Federação Internacional de Coach – conta com mais de 17 mil membros.  O coaching trouxe uma contribuição significativa para a aceleração de processos de mudança e aprendizagem. 90% do coaching ou mais se devem à Psicologia e à Neurociência. Do ponto de vista psicológica, coaching é um método de intervenção clínica ainda em processo de validação e consolidação.

          Coaching e aconselhamento não são a mesma coisa. Aconselhamento foca-se na busca de alternativas, coaching, no processo de mudança do sujeito. Psicoterapia também difere do coaching. Enquanto a psicoterapia investe na compreensão, prevenção e cura dos transtornos mentais e distúrbios de comportamentos, o coaching, por outro lado, tende a ser breve e focado na resolução de dificuldades específicas.  

 

 

 

REFERÊNCIAS

 

ADAMS, M. V.  The Fantasy Principle: Psychoanalysis of the Imagination. Hove and New York: Brunner-Routledge, 2004.

 

ADELER, S. P. Hipnose Ericksoniana. Estratégias para a comunicação efetiva. Rio de Janeiro: Qualymark, 2015.

 

ALEXANDER, F. G.; SELESNICK, S. T. História da psiquiatria: uma avaliação do pensamento psiquiátrico e da prática psiquiátrica desde os tempos primitivos até o presente. São Paulo: Ibrasa, 1968.

 

ALVES, H. C. de O. Bases neurofisiológicas da hipnose. Disponível em: https://www.appmp.info/single-post/2015/11/18/bases-neurofisiol%c3%93gicas-da-hipnose. Acesso em: 24 abr. 2018.

 

BAUER, S. Manual de hipnoterapia ericksoniana. 3. ed.  Rio de Janeiro: Wak, 2015.

 

______. Manual de hipnoterapia avançado e técnicas psicossensoriais. 2. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2016.

 

BENDER, A. Personal branding: construindo sua marca pessoal. São Paulo: Integrare, 2009.

 

CARDERNA, E.; LINN, S. J.; KRIPPENER, S. As Variedades da Experiência Anômala. São Paulo, Atheneu, 2013.

 

CARTER, R. O livro de ouro da mente. O funcionamento e os mistérios do cérebro humano. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

 

CASTANEDA, C. A erva do diabo: os ensinamentos de D. Juan. 34. ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 2009.

 

CHAGAS, C. et al. História do pensamento, do iluminismo ao liberalismo econômico. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – Processo-Consulta CFM nº 2.172/97PC/CFM/Nº42/1999 – Hipnose médica . 1999. Disponível em: http://www.portalmedico.org.br/pareceres/cfm/1999/42_1999.htm Acesso em: 24 abr. 2018.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP nº 013/2000 – aprova e regulamenta o uso da Hipnose como recurso auxiliar de trabalho do Psicólogo. xxx

 

______. Resolução CFP Nº 023/2007. Disponível em: http://www.crpsp.org.br/portal/orientacao/resolucoes_cfp/fr_cfp_013-00.aspx. Acesso em: 24 abr. 2018.

 

CONSENZA, R. M.; GUERRA, L. B. Neurociência e Educação. Como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.

CORTEZ,  C. M. C.; SILVA, D. Hipnose, imobilidade tônica e eletroencefalograma. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v62n4/a06v62n4.pdf Acesso em: 24 abr. 2018.

 

­­­COZOLINO, L. The Social Neuroscience of Education. New York; London: W.W. Norton 7 Company, 2013.

 

DAMÁSIO, A. E o cérebro criou o homem. Tradução de Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.

 

______. A consciência é uma grande peça sinfônica. 2013. Disponível em: https://www.fronteiras.com/entrevistas/antonio-damasio-a-consciencia-e-uma-grande-peca-sinfonica. Acesso em: 26 fev. 2018.

 

DANUCOLAV, Á. D.; SIMÕES, R. S. Neurofisiologia da meditação. Investigação cientificas no Yoga e nas experiências místico-religiosas: a união entre ciências e espiritualidade.  São Paulo: Phorte, 2006.

 

DAWSON, T.; YOUNG-EISENDRATH, P. Manual de Cambridge para Estudos Junguianos. Tradução de Daniel Bueno. Porto Alegre, RS: Artmed, 2002.

DUBAR, C. A socialização, construção das identidades sociais e profissionais. Tradução de Andréa Stahel M. da Silva. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

 

DUHINGG, C. O poder do hábito. Por que fazemos o que fazemos na vida e nos negócios. Tradução de Rafael Mantovani. 29 reimpr. São Paulo: Objetiva, 2012.

 

DURKHEIM, E. As formas elementares da vida religiosa. O sistema totêmico na Austrália. Tradução de Joaquim Pereira Neto. São Paulo: Paulinas, 1989.

 

ELIADE, M. Mitos, sonhos e mistérios. Tradução de Samuel Soares. Lisboa: Edições 70, 1957 (Coleção Perspectiva do Homem).

 

______. O Sagrado e o Profano, a essência das religiões. Lisboa: Livros do Brasil, 1992.

 

______. O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés e Ivone Castilho Benedetti. São Paulo: Martins Fontes, 2002.

 

ELLENBERGER, H. F. Histoire de la découverte de L’inconscient. France: Simpe Editions Villerrbanne, 1974.

 

ERICKSON, M.; ROSSI, E. L. O homem de fevereiro. Campinas, SP: Psy, 1989.

 

FABOSSI, M. A essência do líder Coach: conduzindo pessoas e organizações ao sucesso. São Paulo: Abba, 2009.

FARIA, D. L. de; FREITAS, L. V. de; GALLBACH, M. R. (Org.). Sonhos na psicologia junguiana. Novas perspectivas no contexto brasileiro. São Paulo: Paulus, 2014.

FLANAGAN, J. S.; FLANAGAN, R. S. Teorias de aconselhamento e de psicoterapia. Contexto e prática. Habilidades estratégias e técnicas. Tradução de Dalton Conde de Alencar. Rio de Janeiro: LTC, 2006.

 

FRANZ, Marie-Louise von. Psicoterapia. São Paulo: Paulus, 1999.

 

FEBRACIS. Federação Brasileira de Coaching Integral Sistêmico. Disponível em:  https://www.febracis.com.br/cursos/formacao-em-coaching-integral-sistemico/?gclid=cj0kcqia6enqbrduarisags1yqishvetfryojsx55csznlgqbl1mf55jug2okaonlfpkpufkxfwax6eaasezealw_wcb Acesso em: 12 jan. 2016.

 

FERREIRA, M. A. A. Coaching: um estudo exploratório sobre a percepção dos envolvidos: organização, executivo e coaching. 2008. Dissertação (Mestrado em Administração) – Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.

 

FIGUEIREDO, A. M. de. A cidade dos encantados. Pajelanças. Feitiçarias e religiões afro-brasileiras na Amazônia 1870 a 1950. Belém: EDUPA/Vicente Sales, 2009.

 

FREUD, Sigmund. Escritores criativos e devaneios. Rio de Janeiro: Imago, 1986. (Edição Standard das Obras Completas, Volume IX).

 

______. Estudos sobre a histeria (1893-1985). Direção da edição brasileira: Jayme Salomão. Rio de Janeiro: Imago, 1996. (Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas  Completas, Volume II).

 

GARDNER, H. Inteligências múltiplas. A teoria na prática. Porto Alegre: Artmed, 2000.

 

GIGERENZER, G. O poder da intuição. São Paulo: Best Seller, 2009.

 

GOLDSMITH, M. Prólogo. In: UNDERHILL, B. O.; MC ANALLY, K.; KORIATH, J. J. Coaching executivo para resultados: guia definitivo para o desenvolvimento de líderes organizacionais. Osasco: Novo Século, 2010.

 

GOLEMAN, D. Inteligência emocional. A teoria revolucionaria que redefine o que é ser inteligente. Tradução de Marcos Santarrita. 16. ed. São Paulo: Objetiva, 1975.

 

GOMES, A. Mas afinal, Coaching dá resultado? 28/01/2015. Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/mas-afinal-coaching-da-resultado/84367/Acesso em: 03 out. 2017.

GOMES, A. M. de A. Culpa e graça. São Paulo: Reflexão, 2017.

________. Eclipse da alma. São Paulo: Editora Reflexão , 2010.

 

GREENSON, R. R. A técnica e a prática da psicanálise. Rio de Janeiro: Imago: 1981. (Coleção Psicologia e Psicanálise. Direção de Jayme Salomão, v. I).

 

HEIMBURGER. S. H. D. C. Prazer e realidade na criatividade artística. Alter – Revista de Estudos Psicanalíticos, v. 29, n. 2, p. 105-115, 2011. Disponível em:  http://www.spbsb.org.br/site/images/Novo_Alter/2011_2/08SilviaHelena.pdf.  Acesso em: 07 maio 2013.

 

JUNG, C. G. Collected papers on Analytical Psychology. 2. ed. Londres: Balliere, Tindall, 1920.

______. O Homem e seus Símbolos. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1964.

______. Memórias, sonhos e reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975a.

 

______. O homem a descoberta da sua alma. Estrutura e funcionamento do inconsciente. Tradução de Camilo Alves Pais. Porto: Tavares Martins, 1975b.

 

______. Psicologia da Religião Ocidental e Oriental. Petrópolis: Vozes, 1980.

 

______. A prática da psicoterapia. Contribuição ao problema da psicoterapia e à psicologia da transferência. Tradução de Maria Luiza Appy. Petrópolis: Vozes, 1988.

 

______. Freud e a Psicanálise. Tradução de Lúcia Mathilde Endlich Orth. Petrópolis: Vozes, 1989.

 

______. A dinâmica do inconsciente. Tradução de Mateus Ramalho Rocha. Petrópolis: Vozes, 1998.

 

______. O livro vermelho: Liber Novas. Editado por Shonu Shamdasani. Tradução de Edgar Orth. Petrópolis: Vozes, 2010.

 

______. Espiritualidade e Transcendência. Tradução de Nélio Schneider. Seleção e edição de Brigitte Dorst. Petrópolis, Vozes, 2015.

 

JUNGIAN CENTER FOR THE SPIRITUAL SCIENCES. Whole Person in Jungian Context. In the Grip of a Daimon. Disponível em: http://jungiancenter.org/essay/grip-daimon. Acesso em: 30 maio 2013.

 

KAKAR, S. Chamanes, místicos y doctores: una investigación psicológica sobre la Índia y sus tradiciones para curar. México: Fondo de Cultura Económica, 1993.

 

KALSCHED, D. The inner world of trauma. Archetypal defenses of the personal spirit. Ney York: Brunner-Routledge, 1996.

 

______. O mundo interior do trauma, defesas arquetípicas do espírito pessoal. Tradução de Cláudia Gerpe Duarte. São Paulo: Paulus, 2013a.

 

______. Trauma and the soul. A psycho-spiritual approach to human development and its interruption. London; New York: Routledge, Taylor, Francis Group, 2013b.

 

LAPLANCHE, J. L.; PONTALIS, J-B. Vocabulário da Psicanálise. 9. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1986.

 

LEITE, D. M. Psicologia e Literatura. 4. ed. São Paulo: HUCITEC/Editora UNESP, 1987.

 

LEWIS, K. R. Career coaches: when are they worth their salt? Fortune, 6 nov. 2012. Disponível em: http://fortune.com/2012/11/06/career-coaches-when-are-they-worth-their-salt/. Acesso em: 12 jan. 2016.

 

LIMA, D. I. Novos ‘coachings’ prometem melhora da nutrição à aprovação em concursos. Folha de S. Paulo: Empregos e carreiras, 29 nov. 2015. Disponível em: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2015/11/1712253-novos-coachings-prometem-de-melhora-na-nutricao-a-aprovacao-em-concursos.shtml Acesso em: 12 jan. 2016.

 

LOPEZ, V. A. Coaching: modismo ou uma ferramenta de gestão de pessoas que veio para ficar? Disponível em: http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=abmhFsTPojE%3D&tabid=5639a.  Acesso em: 22 out. 2017.

 

MACEDO, M. M. K.; FALCÃO, C. N. B. A escuta na psicanálise e a psicanálise da escuta.  Psychê, v. 9, n. 15, São Paulo, jun. 2005. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-11382005000100006. Acesso em: 22 abr. 2018.

 

MARQUES, D. Os sete princípios de Milton Erickson. 2018. Disponível em: http://deboramarques.com/os-sete-principios-de-milton-erickson/. Acesso em: 20 fev. 2018.

 

MARQUES, J. R. Coaching, desenvolvendo pessoas e acelerando resultados.  Goiânia: IBC, 2014a.

 

______. Empreendedorismo e Coaching. Goiânia: IBC, 2014b.

 

______. Coaching de A a Z. Goiânia: Instituto Brasileiro de Coaching, 2015a.

 

______. Os sete níveis da teoria do processo evolutivo. Goiânia: IBC, 2015b.

______. Coaching ericksoniano. Linguagem ericksoniana aplicada ao coaching. São Paulo: Instituto Brasileiro de Coaching, 2016.

 

______. Professional & Self Coaching. São Paulo: Instituto Brasileiro de Coaching, 2017a.

 

______. Praticando Self Coaching. São Paulo: Instituto Brasileiro de Coaching, 2017b.

______. Coaching Ericksoniano, hipnose aplicada ao coaching. São Paulo: Instituto Brasileiro de Coaching, 2018a.

 

MELO, L. H. A.; MACHADO, D. Q.; MATOS, F. R. N. Coaching e o Processo de Desenvolvimento de Competências e Habilidades na Aprendizagem Gerencial. CAD, v. 9, n.1, p. 25-48, jan./dez. 2015.

 

MIJOLLA, A. Dicionário Internacional da Psicanálise. Tradução de Alvaro Cabrail.  [Dicionário Internacional da Psicanalise. Conceitos, noções, biografias, obras, eventos, instituições.] Rio de Janeiro: Imago, 2005.

NUBERA, M. S. Hipnose e psicologia clínica: retomando a história não contada. Psicol. Psicologia: Reflexão e Crítica [online], v.19, n. 3, p. 346-354, 2006.

OLIVEIRA, L. D. de. Sonho e realidade: a vivência onírica dos pajés. In: FARIA, D. L de; FREITAS, L. V. de; GALLBACH, M. R. (Org.). Sonhos na psicologia analítica. Novas perspectivas no contexto brasileiro. São Paulo: Paulus, 2014.

OTTO, R. O Sagrado. Tradução de Prócoro Velasques Filho. São Bernardo do Campo, SP: Imprensa Metodista, 1985.

 

PAIVA, G. J. Dante Moreira Leite: um pioneiro da Psicologia Social no Brasil. Psicol. USP, São Paulo, v.1, n. 2, 2000. Disponível em:  http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-65642000000200003&script=sci_arttext. Acesso em: 07 maio 2013.

 

PERCIA, A.; SITA, M. Grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários na sua vida pessoal e profissional. São Paulo: Ser Mais, 2013.

 

RAMOS, D. G.; MACHADO, P. P. Consciência e evolução. In: Viver mente e cérebro. São Paulo:  Segmento, 2005. p. 42-43.

 

RODRIGUES, A. Estudos em Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 1979.

 

ROGERS, C. R. Tornar-se pessoa. 6. ed. Tradução de Manoel José do Carmo Ferreira. São Paulo: Martins Fontes, 1981.

 

SAMUELS, A. Jung and the post-Jungians.  London, Boston, Melbourne and Henley: Routledge & Kegan Paul, 1985.

 

SANDEL, M. J. Justiça. O que é fazer a coisa certa. Regulamentação da Hipnose em Odontologia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2012. Disponível em:

https://medium.com/hipnose-pratica/regulamenta%C3%A7%C3%A3o-da-hipnose-em-odontologia-1d2c17604ab3. Acesso em: 23/07/18 as 7:25.

 

SANTO AGOSTINHO. Confissões. Tradução de Maria Luiza Jardim Amarante. São Paulo: Paulus, 1997.

 

SARTRE, J.-P. Freud, além da alma. Roteiro para um filme. Tradução de Jorge Laclette. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

 

SCHEEFFER, R. Aconselhamento psicológico. Teoria e prática.  Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1964.

 

SCHOPENHAUER, A. O mundo como vontade e representação. São Paulo: Contraponto, 2001.

 

SCHULTZ, J. H. O treinamento autógeno. Auto relaxação contrativa, exposição clínico pratica.  São Paulo: Mestre Jou, 1967.

 

SÉRGIO, R. Caronte, o barqueiro das almas. Notas Bibliográficas. Recanto das Letras. Disponível em: http://www.recantodasletras.com.br/biografias/3633313. Acesso em: 26 nov. 2017.

SPENCER, O. S. Hipnose, dicas, métodos e técnicas: clássicas e ericksoniana. São Paulo: SAMEJ, 2008.

STERN, D. N. O momento presente na psicoterapia e na vida cotidiana. Tradução de Celimar de Oliveira Lima. Rio de Janeiro: Record, 2007.

 

TAMAYO, R. P. El concepto de enfermedad: su evolución a través de la historia. Guadalajara: Facultad de Medicina, UNAM; Fondo de Cultura Económica, 1988. tomo I, p. 22-59.

 

TAUSSIG, M. Xamanismo, colonialismo e o homem selvagem. Um estudo sobre o terror e a cura. Tradução de Carlos Eugenio Marcondes de Moura. São Paulo: Paz e Terra, 1993.

 

TILLICH, P. Teologia sistemática. 5. ed. São Leopoldo, RS: Sinodal, 2005.

 

VAZ, E. Hipnose: 12 Princípios Ericksonianos da Hipnose. 2014. Disponível em: http://bodylanguagebrazil.com/2014/02/principios-da-hipnose-betty-erickson/. Acesso em: 20 fev. 2018.

 

VAZ SERRA, A. A importância do auto-conceito. Psiquiatria Clínica. Coimbra, v. 7, n. 2, p. 57-66, 1986a.

 

______. O Inventário Clínico do Auto-Conceito. Psiquiatria Clínica. Coimbra. v. 7, n. 2, p. 67-87, 1986b.

 

______. Atribuição e autoconceito. Psychologica, Coimbra, v. 1, p. 127-141, 1988.

 

______; POCINHO, F. Auto-conceito, coping e ideias de suicídio. Psiquiatria Clínica. Coimbra, v. 22, n.1, p. 9-21, 2001.

 

WEISMANN, K. O hipnotismo, psicologia, técnica e aplicação. São Paulo: Martins, 1958.

 

WHISHAW, I. Q.; KOLB, B. Neurociência do comportamento. Barueri, SP: Manole,   2002.

 

WILKINSON, M. Coming into mind. The mind-brain relationship: a Jungian clinical perspective. London/New York: Routledge Taylor & Francis Group, 2009.

 

______. Changing minds in therapy. Emotion, attachment, trauma & neurobiology. New York/London: W.W. Norton & Company, 2010.

 

WILLIAMS, M.; PENMAN, D. Atenção Plena – Mindfulness – Como Encontrar a Paz em um Mundo Frenético. Rio de Janeiro: Sextante, 2015. [Inclui CD de Meditação].

 

WUNDERLICH, M.; SITA, M. Coaching & mentoring. Foco na excelência. Saiba como ultrapassar a barreira do comum e vencer na vida pessoal e profissional. São Paulo: Ser Mais, 2013.

 

YALOM, I. D. Quando Nietzsche chorou. Tradução de Ivo Koryowski. 31. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2000.

 


 

NOTAS

[i] A história do coaching no Brasil. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-historia-do-coaching-no-brasil/ Acesso em: 22 out. 2017.

[ii] MARQUES, José Roberto.  O que é mentoring. Acesso em: 18 abr. 2018.

[iii] BRIDOUX, D. C.; MERLEVEDE, P. Dominando o Mentoring e o Coaching – com Inteligência Emocional. São Paulo: Qualitymark, 2012.

[iv] SINATRA, F. My Way. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/frank-sinatra/my-way-traducao.html. Acesso em: 17 abr. 2018.

[v] Qual a diferença entre mentoring e coaching? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/diferenca-entre-coaching-e-mentoring Acesso em: 21 abr. 2018.

[vi] Qual é a diferença entre Coaching e Aconselhamento? Disponível em: http://www.ibmleader.com.br/Qual-a-diferenca-entre-Coaching-e-Aconselhamento. Acesso em: 21 abr. 2018.

[vii] Qual a diferença entre coaching e psicoterapia? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-terapia. Acesso em: 21 abr. 2018.

[viii] Consultoria empresarial:  conceitos e etapas. Disponível em: http://www.portal-administracao.com/2015/01/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas.html. Acesso em 20 abr. 2018.

[ix] MARQUES, J. R. Qual a diferença entre consultoria e coaching? Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-consultoria Acesso em: 21 abr. 2018.

[x] O que é coaching? Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[xi]  Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[xii] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xiii] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xiv] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xv] MARQUES, J. R. Professional & Self Coaching. São Paulo: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, 2017. p. 160.

[xvi] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out.  2017.

 

NOTAS

[xvi] A história do coaching no Brasil. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-historia-do-coaching-no-brasil/ Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] MARQUES, José Roberto.  O que é mentoring. Acesso em: 18 abr. 2018.

[xvi] BRIDOUX, D. C.; MERLEVEDE, P. Dominando o Mentoring e o Coaching – com Inteligência Emocional. São Paulo: Qualitymark, 2012.

[xvi] SINATRA, F. My Way. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/frank-sinatra/my-way-traducao.html. Acesso em: 17 abr. 2018.

[xvi] Qual a diferença entre mentoring e coaching? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/diferenca-entre-coaching-e-mentoring Acesso em: 21 abr. 2018.

[xvi] Qual é a diferença entre Coaching e Aconselhamento? Disponível em: http://www.ibmleader.com.br/Qual-a-diferenca-entre-Coaching-e-Aconselhamento. Acesso em: 21 abr. 2018.

[xvi] Qual a diferença entre coaching e psicoterapia? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-terapia. Acesso em: 21 abr. 2018.

[xvi] Consultoria empresarial:  conceitos e etapas. Disponível em: http://www.portal-administracao.com/2015/01/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas.html. Acesso em 20 abr. 2018.

[xvi] MARQUES, J. R. Qual a diferença entre consultoria e coaching? Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-consultoria Acesso em: 21 abr. 2018.

[xvi] O que é coaching? Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi]  Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] MARQUES, J. R. Professional & Self Coaching. São Paulo: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, 2017. p. 160.

[xvi] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out.  2017.

[xvi] MARQUES, J. R. Fases do Processo de Coaching. Postado em 31 de agosto de 2010 por José Roberto Marques. Disponível em: http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching/fases-processo-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Tiago 1:19. Bíblia online: Disponível em: https://www.bibliaonline.com.br/acf/tg/1/19. Acesso em: 13 abr. 2018.

[xvi] MARQUES,  J. R.  Principais elementos do coaching.  Disponível em: http://tbcoaching.com.br/ver/os-principais-elementos-do-coaching#sthash.kpSnvEK0.dpbs Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] As principais ferramentas, hoje, encontram-se disponíveis na internet, em sites e em aplicativos.

[xvi] HILL, N. A lei do triunfo. 43. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2015.

[xvi] MARQUES, J. R. Gestão de pessoas. Conheça as ferramentas de coaching para gerenciar cries. Disponível em: http://www.ibccoaching.com.br/portal/rh-gestao-pessoas/conheca-ferramentas-de-coaching-efetivas-para-gerenciar-crises/ Acesso em: 03 out. 2017.

[xvi] MARQUES, J. R. As perguntas são as respostas no processo de coaching. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/as-perguntas-sao-as-respostas-no-processo-de-coaching/ Acesso em: 03 out. 2017.

[xvi] LOPEZ, V. A. Coaching: modismo ou uma ferramenta de gestão de pessoas que veio para ficar? Disponível em: http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=abmhFsTPojE%3D&tabid=5639a. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] LOPEZ, V. A. Coaching: modismo ou uma ferramenta de gestão de pessoas que veio para ficar? Disponível em: http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=abmhFsTPojE%3D&tabid=5639a. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] GOMES, A. Mas afinal, Coaching dá resultado? 28/01/2015.  Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/mas-afinal-coaching-da-resultado/84367/Acesso em: 03 out. 2017.

[xvi]  Disponível em: https://aformuladarendaextra.com/nicho-de-mercado/. Acesso em: 04 nov. 2017.

[xvi] Disponível em: https://www.sbcoaching.com.br/blog/tudo-sobre-coaching/voce-conhece-nichos-do-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2015/11/1712253-novos-coachings-prometem-de-melhora-na-nutricao-a-aprovacao-em-concursos.shtml. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: http://viverdecoaching.com.br/nichos-de-coaching/. Acesso em: 04 nov. 2017.

[xvi] Disponível em: https://www.sbcoaching.com.br/blog/tudo-sobre-coaching/voce-conhece-nichos-do-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: http://viverdecoaching.com.br/nichos-de-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 04 nov. 2017.

[xvi] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 04 nov. 2017.

[xvi] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[xvi] Disponível em: https://nossoid.wordpress.com/2016/05/28/magnetismo-selvagem-hipnose-e-sigmund-freud/. Acesso em: 19 fev. 2018.

[xvi] Regulamentação da Hipnose em Odontologia. Disponível em: https://medium.com/hipnose-pratica/regulamenta%C3%A7%C3%A3o-da-hipnose-em-odontologia-1d2c17604ab3. Acesso em: xxx

[xvi] RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000. http://www.hipnoterapia.com.br/regulamentacao-da-hipnose-na-psicologia/ Acessado em 23/07/18 as 7:00,

[xvi] CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – Processo-Consulta CFM Nº 2.172/97PC/CFM/Nº42/1999 – Hipnose médica http://www.portalmedico.org.br/pareceres/cfm/1999/42_1999.htm Acessado em 24 abr. 2018.

[xvi] ALVES, H. C. O. Bases neurofisiológicas da Hipnose. https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/bases-neurofisiologicas-da-hipnose/56639 Acesso em: 24 abr. 2010.

[xvi] CORTEZ,  C. M.; SILVA, D. Hipnose, imobilidade tônica e eletroencefalograma. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v62n4/a06v62n4.pdf Acesso em: 24abr. 2018.

[xvi] ALVES,  H. C. O. Bases Neurofisiológicas da Hipnose. Disponível em: https://www.appmp.info/single-post/2015/11/18/bases-neurofisiol%c3%93gicas-da-hipnose. Acessado em: 24 abr. 2018.

[xvi] SPENCER, O. S. Hipnose, dicas, métodos e técnicas: clássicas e ericksoniana. São Paulo: SAMEJ, 2008.

[xvi] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 fev. 2018.

[xvi] MARQUES, D. Os sete princípios de Milton Erickson. Disponível em: http://deboramarques.com/os-sete-principios-de-milton-erickson/ Acesso em: 20 fev. 2018.

[xvi] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018.

[xvi] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018, .

[xvi] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018.

[xvi] http://www.selfhypnosis.com/techniques/ Self Hypnosis Techniques. Acesso em: 04 maio 2018.

[xvi] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php. Acesso em: 03 mar. 2018.

 

NOTAS

[1] A história do coaching no Brasil. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-historia-do-coaching-no-brasil/ Acesso em: 22 out. 2017.

[1] MARQUES, José Roberto.  O que é mentoring. Acesso em: 18 abr. 2018.

[1] BRIDOUX, D. C.; MERLEVEDE, P. Dominando o Mentoring e o Coaching – com Inteligência Emocional. São Paulo: Qualitymark, 2012.

[1] SINATRA, F. My Way. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/frank-sinatra/my-way-traducao.html. Acesso em: 17 abr. 2018.

[1] Qual a diferença entre mentoring e coaching? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/diferenca-entre-coaching-e-mentoring Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Qual é a diferença entre Coaching e Aconselhamento? Disponível em: http://www.ibmleader.com.br/Qual-a-diferenca-entre-Coaching-e-Aconselhamento. Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Qual a diferença entre coaching e psicoterapia? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-terapia. Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Consultoria empresarial:  conceitos e etapas. Disponível em: http://www.portal-administracao.com/2015/01/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas.html. Acesso em 20 abr. 2018.

[1] MARQUES, J. R. Qual a diferença entre consultoria e coaching? Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-consultoria Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] O que é coaching? Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[1]  Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] MARQUES, J. R. Professional & Self Coaching. São Paulo: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, 2017. p. 160.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out.  2017.

 

NOTAS

[1] A história do coaching no Brasil. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/a-historia-do-coaching-no-brasil/ Acesso em: 22 out. 2017.

[1] MARQUES, José Roberto.  O que é mentoring. Acesso em: 18 abr. 2018.

[1] BRIDOUX, D. C.; MERLEVEDE, P. Dominando o Mentoring e o Coaching – com Inteligência Emocional. São Paulo: Qualitymark, 2012.

[1] SINATRA, F. My Way. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/frank-sinatra/my-way-traducao.html. Acesso em: 17 abr. 2018.

[1] Qual a diferença entre mentoring e coaching? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/diferenca-entre-coaching-e-mentoring Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Qual é a diferença entre Coaching e Aconselhamento? Disponível em: http://www.ibmleader.com.br/Qual-a-diferenca-entre-Coaching-e-Aconselhamento. Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Qual a diferença entre coaching e psicoterapia? Disponível em: https://www.slacoaching.com.br/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-terapia. Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] Consultoria empresarial:  conceitos e etapas. Disponível em: http://www.portal-administracao.com/2015/01/consultoria-empresarial-conceito-e-etapas.html. Acesso em 20 abr. 2018.

[1] MARQUES, J. R. Qual a diferença entre consultoria e coaching? Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/qual-a-diferenca-entre-coaching-e-consultoria Acesso em: 21 abr. 2018.

[1] O que é coaching? Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[1]  Disponível em: http://www.centralcoach.com.br/o-que-e-coaching. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] MARQUES, J. R. Professional & Self Coaching. São Paulo: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching, 2017. p. 160.

[1] Disponível em: file:///C:/Users/Antonio/Desktop/Monografia%20GED%20coaching%202017/Curso%20do%20IBC%202017/Ebook-Coaching-iCarreira.pdf. Acesso em: 22 out.  2017.

[1] MARQUES, J. R. Fases do Processo de Coaching. Postado em 31 de agosto de 2010 por José Roberto Marques. Disponível em: http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching/fases-processo-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Tiago 1:19. Bíblia online: Disponível em: https://www.bibliaonline.com.br/acf/tg/1/19. Acesso em: 13 abr. 2018.

[1] MARQUES,  J. R.  Principais elementos do coaching.  Disponível em: http://tbcoaching.com.br/ver/os-principais-elementos-do-coaching#sthash.kpSnvEK0.dpbs Acesso em: 22 out. 2017.

[1] As principais ferramentas, hoje, encontram-se disponíveis na internet, em sites e em aplicativos.

[1] HILL, N. A lei do triunfo. 43. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2015.

[1] MARQUES, J. R. Gestão de pessoas. Conheça as ferramentas de coaching para gerenciar cries. Disponível em: http://www.ibccoaching.com.br/portal/rh-gestao-pessoas/conheca-ferramentas-de-coaching-efetivas-para-gerenciar-crises/ Acesso em: 03 out. 2017.

[1] MARQUES, J. R. As perguntas são as respostas no processo de coaching. Disponível em: http://www.jrmcoaching.com.br/blog/as-perguntas-sao-as-respostas-no-processo-de-coaching/ Acesso em: 03 out. 2017.

[1] LOPEZ, V. A. Coaching: modismo ou uma ferramenta de gestão de pessoas que veio para ficar? Disponível em: http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=abmhFsTPojE%3D&tabid=5639a. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] LOPEZ, V. A. Coaching: modismo ou uma ferramenta de gestão de pessoas que veio para ficar? Disponível em: http://www2.al.rs.gov.br/biblioteca/LinkClick.aspx?fileticket=abmhFsTPojE%3D&tabid=5639a. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] GOMES, A. Mas afinal, Coaching dá resultado? 28/01/2015.  Disponível em: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/mas-afinal-coaching-da-resultado/84367/Acesso em: 03 out. 2017.

[1]  Disponível em: https://aformuladarendaextra.com/nicho-de-mercado/. Acesso em: 04 nov. 2017.

[1] Disponível em: https://www.sbcoaching.com.br/blog/tudo-sobre-coaching/voce-conhece-nichos-do-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: http://classificados.folha.uol.com.br/empregos/2015/11/1712253-novos-coachings-prometem-de-melhora-na-nutricao-a-aprovacao-em-concursos.shtml. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: http://viverdecoaching.com.br/nichos-de-coaching/. Acesso em: 04 nov. 2017.

[1] Disponível em: https://www.sbcoaching.com.br/blog/tudo-sobre-coaching/voce-conhece-nichos-do-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: http://viverdecoaching.com.br/nichos-de-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 04 nov. 2017.

[1] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 04 nov. 2017.

[1] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/. Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: http://academiadecoaching.com.br/tudo-sobre-coaching/quais-os-tipos-e-nichos-de-coaching/ Acesso em: 22 out. 2017.

[1] Disponível em: https://nossoid.wordpress.com/2016/05/28/magnetismo-selvagem-hipnose-e-sigmund-freud/. Acesso em: 19 fev. 2018.

[1] Regulamentação da Hipnose em Odontologia. Disponível em: https://medium.com/hipnose-pratica/regulamenta%C3%A7%C3%A3o-da-hipnose-em-odontologia-1d2c17604ab3. Acesso em: xxx

[1] RESOLUÇÃO CFP N.º 013/00DE 20 DE DEZEMBRO DE 2000. http://www.hipnoterapia.com.br/regulamentacao-da-hipnose-na-psicologia/ Acessado em 23/07/18 as 7:00,

[1] CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – Processo-Consulta CFM Nº 2.172/97PC/CFM/Nº42/1999 – Hipnose médica http://www.portalmedico.org.br/pareceres/cfm/1999/42_1999.htm Acessado em 24 abr. 2018.

[1] ALVES, H. C. O. Bases neurofisiológicas da Hipnose. https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/bases-neurofisiologicas-da-hipnose/56639 Acesso em: 24 abr. 2010.

[1] CORTEZ,  C. M.; SILVA, D. Hipnose, imobilidade tônica e eletroencefalograma. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v62n4/a06v62n4.pdf Acesso em: 24abr. 2018.

[1] ALVES,  H. C. O. Bases Neurofisiológicas da Hipnose. Disponível em: https://www.appmp.info/single-post/2015/11/18/bases-neurofisiol%c3%93gicas-da-hipnose. Acessado em: 24 abr. 2018.

[1] SPENCER, O. S. Hipnose, dicas, métodos e técnicas: clássicas e ericksoniana. São Paulo: SAMEJ, 2008.

[1] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 fev. 2018.

[1] MARQUES, D. Os sete princípios de Milton Erickson. Disponível em: http://deboramarques.com/os-sete-principios-de-milton-erickson/ Acesso em: 20 fev. 2018.

[1] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018.

[1] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018, .

[1] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php Acesso em: 03 mar. 2018.

[1] http://www.selfhypnosis.com/techniques/ Self Hypnosis Techniques. Acesso em: 04 maio 2018.

[1] Disponível em: http://actinstitute.org/o-que-e-transe-hipnotico-na-hipnose-ericksoniana.php. Acesso em: 03 mar. 2018.

 

 

 

 

Antonio Maspoli
Antonio Maspoli
Sou Antonio Maspoli, cidadão do mundo, Teólogo e Psicólogo. Deus é a minha herança pessoal, meu caso de amor! Deus encantou-me com o a sua presença. E abriu-me as porta do conhecimento do numinoso: "Eu cri, por isso compreendi" (Agostinho). Desde então dediquei a minha vida a conhecer a Deus. E a minha existência a compreender a natureza humana.

Deixe uma resposta

Espaço para interações e depoimentos.

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *